Especialista afirma que falta de planejamento e de governança integrada reduz competitividade em editais e limita acesso a financiamentos
Brasília – Municípios que ainda não estruturaram uma agenda Ambiental, Social e de Governança (ESG) têm encontrado mais obstáculos para acessar financiamentos e investimentos. Em um cenário de maior exigência por transparência, sustentabilidade e gestão baseada em dados, a ausência de planejamento técnico compromete a aprovação de projetos e a capacidade de execução de políticas públicas.
Com alta dependência de repasses estaduais e federais, a captação de recursos é um fator decisivo para a gestão municipal. Ao mesmo tempo, programas de financiamento, especialmente os voltados à infraestrutura e sustentabilidade, têm ampliado a exigência por critérios ESG, demandando maior organização administrativa e alinhamento estratégico por parte das cidades.
Na prática, isso significa que cidades sem uma agenda estruturada tendem a perder competitividade. “O erro fundamental é acreditar que falta dinheiro, quando na verdade falta projeto técnico qualificado alinhado às novas exigências”, afirma Cícera Suzana, consultora em ESG para municípios e CEO da Supremo Negócios Públicos.
Segundo a especialista, a ausência de diagnóstico e de indicadores técnicos é um dos principais entraves. Sem um mapeamento claro das vulnerabilidades locais, os projetos apresentados não atendem aos critérios exigidos por financiadores. “Hoje, a tomada de decisão precisa estar baseada em dados e planejamento. Sem isso, o município opera de forma reativa, tornando-se uma ‘fábrica de problemas’ que afasta investimentos”, explica.
Governança
Outro ponto relevante é a governança. Projetos que não demonstram integração entre áreas e continuidade administrativa tendem a ser vistos como mais arriscados. “Sem uma agenda ESG estruturada, a gestão é uma ‘colcha de retalhos’, onde as secretarias não se comunicam e as decisões são tomadas sem integração”, diz.
O impacto já começa a ser percebido. Municípios com baixo desempenho em indicadores de desenvolvimento sustentável perdem prioridade em editais e enfrentam mais dificuldades para acessar determinadas linhas de financiamento, especialmente aquelas voltadas a projetos com impacto social e ambiental.
Para Cícera, a tendência é de que esse cenário se intensifique. “Um município que ignora o ESG hoje está, na prática, assumindo que não terá recursos para enfrentar desastres climáticos, ficará vulnerável a processos por falta de transparência e perderá a capacidade de atrair investimentos”, conclui.
Sobre a Supremo Negócios Públicos – A Supremo Negócios Públicos atua desde 2019 oferecendo consultoria estratégica para empresas, instituições e municípios que buscam ampliar sua atuação no setor público. A empresa é liderada por Cícera Suzana, profissional com mais de 15 anos de experiência em consultoria ESG, licitações e captação de recursos. A Supremo surgiu para suprir a falta de conhecimento técnico e planejamento que ainda limita o acesso a oportunidades nesse mercado.
Ao longo de sua trajetória, já contribuiu para a geração de mais de R$ 750 milhões em resultados. Atualmente, atua com ESG para municípios, apoiando a estruturação de projetos sustentáveis e o acesso a financiamentos, sempre com foco em eficiência, conformidade e impacto real.
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